Clique no link abaixo para consultar o Calendário Venatório para a época 2007-2008:
http://www.dre.pt/pdf1sdip/2007/06/12200/41334135.PDF
sexta-feira, 6 de julho de 2007
terça-feira, 3 de julho de 2007
Época venatória 2007-2008
Já é conhecido o calendário para a época venatória de 2007-2008.
Este calendário estabelece a época em que é permitido caçar cada espécie cinegética, e fixa os respectivos limites diários de abate, períodos de caça, processos e outros condicionamentos venatórios. Na época venatória de 2007-2008 é permitida a caça às seguintes espécies cinegéticas: rola, patos (pato-real, marreco, marrequinha, frisada, arrabio, pato-trombeteiro, piadeira, zarro-negrinha e zarro-comum), galeirão-comum, galinha-d'água, pombos (bravo, torcaz e da rocha), codorniz, tarambola-dourada, galinhola, narcejas (comum e galega), tordos (tordo-comum, tordo-ruivo, tordo-zornal e tordeia), estorninho-malhado, perdiz-vermelha, faisão, coelho-bravo, lebre, raposa, saca-rabos, javali, veado, gamo, corço e muflão. O calendário para a época venatória é composto por três quadros, que estruturam as espécies, os respectivos limites diários, períodos venatórios e períodos em que a caça está limitada a locais e condições fixados por editais da Direcção-Geral dos Recursos Florestais, em função da caça ser a espécie migratória ou sedentária, ou de ocorrer em terrenos ordenados ou não ordenados.Na caça a espécies sedentárias que ocorra em terrenos cinegéticos ordenados, os limites de abate são os fixados nos planos anuais de exploração, no caso de zonas de caça municipais (ZCM), ou nos planos de ordenamento e exploração cinegética, nos casos de zonas de caça associativas (ZCA) e zonas de caça turísticas (ZCT).
Este calendário estabelece a época em que é permitido caçar cada espécie cinegética, e fixa os respectivos limites diários de abate, períodos de caça, processos e outros condicionamentos venatórios. Na época venatória de 2007-2008 é permitida a caça às seguintes espécies cinegéticas: rola, patos (pato-real, marreco, marrequinha, frisada, arrabio, pato-trombeteiro, piadeira, zarro-negrinha e zarro-comum), galeirão-comum, galinha-d'água, pombos (bravo, torcaz e da rocha), codorniz, tarambola-dourada, galinhola, narcejas (comum e galega), tordos (tordo-comum, tordo-ruivo, tordo-zornal e tordeia), estorninho-malhado, perdiz-vermelha, faisão, coelho-bravo, lebre, raposa, saca-rabos, javali, veado, gamo, corço e muflão. O calendário para a época venatória é composto por três quadros, que estruturam as espécies, os respectivos limites diários, períodos venatórios e períodos em que a caça está limitada a locais e condições fixados por editais da Direcção-Geral dos Recursos Florestais, em função da caça ser a espécie migratória ou sedentária, ou de ocorrer em terrenos ordenados ou não ordenados.Na caça a espécies sedentárias que ocorra em terrenos cinegéticos ordenados, os limites de abate são os fixados nos planos anuais de exploração, no caso de zonas de caça municipais (ZCM), ou nos planos de ordenamento e exploração cinegética, nos casos de zonas de caça associativas (ZCA) e zonas de caça turísticas (ZCT).
O Clube de Caça e Pesca de Vale de Seda
Criado em 7 de Dezembro de 2004, o Clube de Caça e Pesca de Vale de Seda tem como objectivo principal a gestão dos recursos cinegéticos existentes na área territorial da sua sede: Vale de Seda - Fronteira. Nessa medida candidatou-se e obteve a concessão da Zona de Caça Municipal de Vale de Seda, procurando proporcionar o exercício organizado da caça a um número maximizado de caçadores em condições particularmente acessíveis nos terrenos que lhe foram concessionados. No desempenho das suas atribuições, o Clube de Caça e Pesca de Vale de Seda rege a sua conduta pelo cumprimento e pela imposição do cumprimento das normas reguladoras do exercício da caça, garantindo a igualdade de oportunidades a todos os caçadores interessados em exercer o acto venatório.
Vale de Seda - Fronteira
A aldeia de Vale de Seda pertence à freguesia e concelho de Fronteira.
A presença humana está assinalada nos territórios de Fronteira desde há mais de 10 mil anos.
Quanto à povoação, a mesma terá sido fundada no reinado de D.Dinis, havendo o registo de que em 1236 a igreja de Fronteira ou Frontaria fica na posse da diocese de Évora. Em carta régia de 1424 Fronteira é agraciada com vários privilégios e em 1512 D. Manuel I dá-lhe foral.
Quanto ao topónimo não há certezas e são apontadas pelo menos três hipóteses. Uma delas invoca a possibilidade de Fronteira ter sido edificada sobre a linha divisória ou fronteira entre os territórios ainda ocupados pelos muçulmanos, a sul, e os recentemente reconquistados pelos cristãos, a norte. Outra versão é a de que a vila foi primeiramente erguida no Outeiro da Vila Velha (e haveria um forte no outeiro de São Miguel) de onde, por razões de salubridade, teria sido transferida para a actual localização no reinado de D.Dinis. Fernando Pina aponta ainda "uma terceira versão, mais erudita, defendida pela investigadora francesa Rosa Plana-Mallart", em que faz recuar a fundação à época romana e o topónimo ao facto de a sua localização se situar no limite - fronteira - da administração dos territoria das civitates romanas de Ebora (Évora) e Ammaia.
Possivelmente nenhuma destas hipóteses estará certa, ou totalmente certa. O castelo, de que há escassos vestígios, marcou uma época e um estatuto para a vila e está ligado intimamente a um episódio maior da história de Portugal e de Fronteira, a Batalha dos Atoleiros.
...
Depois de séculos em que integrou apenas as freguesias de Nossa Senhora da Atalaia de Fronteira e de São Saturnino, ao longo do século XIX o concelho de Fronteira contou com múltiplas alterações, integrou freguesias dos concelhos de Estremoz, de Monforte e de Sousel, com significativas mudanças sucessivas e que incluíram ainda a extinção do próprio concelho de Fronteira (em 1867), integrado no de Alter do Chão, mas logo restaurado (1868).
Em 1855 foram extintos os concelhos de Veiros e Sousel, anexando as suas freguesias ao de Fronteira, que desse modo passou a compreender, para além das freguesias de Nossa Senhora da Atalaia e de São Saturnino, as freguesias de São Bento de Ana Loura, Santo Aleixo, São Pedro de Almuro, Rei Salvador, Santo Amaro, Nossa Senhora da Graça de Casa Branca, Nossa Senhora da Graça de Cano, Nossa Senhora da Graça de Sousel e São João da Ribeira.
Em 1863 é restaurado o concelho de Sousel. Depois em 1869 é desanexada a freguesia de São Bento de Ana Loura e em 1871 a de Santo Aleixo, em 1872 foram desanexadas as freguesias de Rei Salvador e São Pedro de Almuro, voltando Fronteira a conter apenas as suas freguesias primitiva de Nossa Senhora da Atalaia e de São Saturnino, acrescidas da de Santo Amaro. Depois Fronteira vem ainda a receber as freguesias de Vaiamonte e novamente São Pedro de Almuro que voltam a ser desanexada em 1898 para integrar o concelho de Monforte.
Finalmente já em pleno século XX, por decreto de 21 de Dezembro de 1932, Santo Amaro passa a integrar o concelho de Sousel e o de Fronteira integra a freguesia de Nossa Senhora das Candeias, antigo concelho de Cabeço de Vide extinto em 1855 e então integrado no de Alter do Chão.
Quanto à povoação, a mesma terá sido fundada no reinado de D.Dinis, havendo o registo de que em 1236 a igreja de Fronteira ou Frontaria fica na posse da diocese de Évora. Em carta régia de 1424 Fronteira é agraciada com vários privilégios e em 1512 D. Manuel I dá-lhe foral.
Quanto ao topónimo não há certezas e são apontadas pelo menos três hipóteses. Uma delas invoca a possibilidade de Fronteira ter sido edificada sobre a linha divisória ou fronteira entre os territórios ainda ocupados pelos muçulmanos, a sul, e os recentemente reconquistados pelos cristãos, a norte. Outra versão é a de que a vila foi primeiramente erguida no Outeiro da Vila Velha (e haveria um forte no outeiro de São Miguel) de onde, por razões de salubridade, teria sido transferida para a actual localização no reinado de D.Dinis. Fernando Pina aponta ainda "uma terceira versão, mais erudita, defendida pela investigadora francesa Rosa Plana-Mallart", em que faz recuar a fundação à época romana e o topónimo ao facto de a sua localização se situar no limite - fronteira - da administração dos territoria das civitates romanas de Ebora (Évora) e Ammaia.
Possivelmente nenhuma destas hipóteses estará certa, ou totalmente certa. O castelo, de que há escassos vestígios, marcou uma época e um estatuto para a vila e está ligado intimamente a um episódio maior da história de Portugal e de Fronteira, a Batalha dos Atoleiros.
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Depois de séculos em que integrou apenas as freguesias de Nossa Senhora da Atalaia de Fronteira e de São Saturnino, ao longo do século XIX o concelho de Fronteira contou com múltiplas alterações, integrou freguesias dos concelhos de Estremoz, de Monforte e de Sousel, com significativas mudanças sucessivas e que incluíram ainda a extinção do próprio concelho de Fronteira (em 1867), integrado no de Alter do Chão, mas logo restaurado (1868).
Em 1855 foram extintos os concelhos de Veiros e Sousel, anexando as suas freguesias ao de Fronteira, que desse modo passou a compreender, para além das freguesias de Nossa Senhora da Atalaia e de São Saturnino, as freguesias de São Bento de Ana Loura, Santo Aleixo, São Pedro de Almuro, Rei Salvador, Santo Amaro, Nossa Senhora da Graça de Casa Branca, Nossa Senhora da Graça de Cano, Nossa Senhora da Graça de Sousel e São João da Ribeira.
Em 1863 é restaurado o concelho de Sousel. Depois em 1869 é desanexada a freguesia de São Bento de Ana Loura e em 1871 a de Santo Aleixo, em 1872 foram desanexadas as freguesias de Rei Salvador e São Pedro de Almuro, voltando Fronteira a conter apenas as suas freguesias primitiva de Nossa Senhora da Atalaia e de São Saturnino, acrescidas da de Santo Amaro. Depois Fronteira vem ainda a receber as freguesias de Vaiamonte e novamente São Pedro de Almuro que voltam a ser desanexada em 1898 para integrar o concelho de Monforte.
Finalmente já em pleno século XX, por decreto de 21 de Dezembro de 1932, Santo Amaro passa a integrar o concelho de Sousel e o de Fronteira integra a freguesia de Nossa Senhora das Candeias, antigo concelho de Cabeço de Vide extinto em 1855 e então integrado no de Alter do Chão.
A pequena aldeia de Vale de Seda terá nascido da fixação no local de agricultores ligados a aforamentos de terras.
Fonte: "Fronteira, subsídios para uma monografia", de Fernando Correia Pina, 2001
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